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Como o coronavírus poderá afetar o mercado de imóveis comerciais

De acordo com os acontecimentos,espera-se que o surto do vírus COVID-19 tenha um impacto negativo de curto prazo no mercado imobiliário comercial, mas novos desenvolvimentos na disseminação do vírus são difíceis de prever. No caso de uma rápida disseminação do COVID-19, devemos esperar uma desaceleração no crescimento econômico e, consequentemente, uma possível queda no investimento imobiliário comercial. Por outro lado, os investimentos em imóveis são considerados menos arriscados, de modo que alguma entrada de capital é potencialmente possível. Além disso, as restrições à viagem e ao transporte de mercadorias afetam principalmente setores especializados em cadeias de suprimentos e turismo.

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EMEA é uma designação abreviada que significa Europa, Oriente Médio e África

“No contexto dos eventos recentes, esperamos uma desaceleração bastante rápida da atividade empresarial no Brasil. É provável que as grandes empresas possam adiar a implementação de projetos e planos de longo prazo, enquanto, dado o estado saudável da economia global, não esperamos choques significativos no mercado imóveis comerciais em todos os segmentos da indústria. Provavelmente, após a recessão da pandemia, a atividade empresarial deve se recuperar o mais rápido possível e atingir o nível de “pré-vírus”, especialmente dada a demanda diferida para o período de quarentena. Será importante não só a dinâmica do vírus, mas também os fatores quando chegarem notícias positivas no combate à doença”, afirmam os especialistas.

De acordo com o cenário básico, a economia da China demonstrará uma recuperação em forma de V do crescimento do PIB em 2020 após uma recessão no primeiro semestre do ano.

O impacto negativo no mercado de escritórios pode afetar a previsão da nova oferta, pois interrupções na produção e transporte de materiais de construção dificultam o desenvolvimento. Além disso, no curto prazo, é improvável que o negócio se expanda e estará de prontidão, dado o declínio recente e a atual turbulência nos mercados de ações.

Quanto ao mercado varejista, o volume de negócios no varejo nacional desacelerou um pouco no contexto das medidas de quarentena, aumentando a pressão existente sobre as lojas físicas do e-commerce. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento deste último aumenta a demanda por instalações de armazenamento, embora este mercado também possa ser exposto devido a possíveis interrupções nas cadeias de fornecimento.

Uma compreensão mais clara e uma perspectiva mais detalhada para a o Brasil e a América do Sul dependem agora da contenção do vírus e da subsequente recuperação da China e da Europa. Nesta fase, vemos que o impacto sobre o crescimento econômico em 2020 na Europa ainda é relativamente pequeno, mas os riscos associados à recessão econômica permanecem.

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